22 de mai. de 2012

Jack, o Estripador, pode ter sido uma mulher


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Isso é o que diz o livro “Jack The Ripper: The Hand Of A Woman” ( Jack o Estripador: a mão de uma mulher) escrito por John Morris, feito com base em “documentos legais e registros médicos”.
O livro, vem causando desconforto entre diversos historiadores, pois afirma que os crimes do Estripador teriam sido cometidos na verdade por Lizzie Williams, esposa de Sir John Williams, um médico, um dos maiores suspeitos.
Segundo o autor, Lizzie matava por sua impossibilidade ter filhos, então se vingava em outras mulheres, tendo inclusive arrancado o “útero de três mulheres”. Além disso das 5 prostitutas assassinadas, nenhuma sofreu abuso sexual. Junto ao corpo de Annie Chapman, uma das vítimas, seu pertences foram encontrados organizados aos seus pés.
Nos locais dos crimes também foram encontrados “botões de um sapato feminino, vestígios de uma saia e fragmentos de um chapéu feminino”.
“Não há qualquer dúvida de que Jack era uma mulher. Mas como todos acreditam que o assassino era um homem, todas as evidências que mostram o contrário foram ignoradas pelos pesquisadores”, concluiiu Morris.
E você, acredita que o Estripador possa realmente ter sido “uma mulher”?

O misterioso “dia escuro”


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Em 19 de maio de 1780, aconteceu um estranho fenômeno na Nova Inglaterra (EUA) e Canadá, conhecido como “Dark Day” ou “Dia Escuro”.
Este assunto tem sido discutido há cerca de 232 anos por cientistas e historiadores. Teorias comovulcão, nuvem de fumaça, asteroide, ou algo mais sinistro.
Na época, o caso gerou medo e espanto na população, alguns advogados de Connecticut (EUA) acreditaram que havia chegado o julgamento final, até por que nos dias que antecederam, a lua e o sol apresentavam uma luz avermelhada.
O Departamento de Metereologia levantou a hipótese de uma nuvem espessa ter baixado o suficiente para “fazer as luzes das ruas acenderem e os carros terem que ligar os faróis”. Porém, não tinha como uma simples nuvem ter provocado todos os acontecimentos daquele dia, então esta hipótese foi descartada.
As hipóteses de eclipse e erupção de um vulcão também foram descartadas, já que um eclipse dura somente alguns minutos e a erupção do Eyjafjallajokull jogou cinzas na atmosfera provocando até o cancelamento de vôos, além disso estas erupções podem gerar “cinzas amarelas” e não há registro de atividade vulcânica naquela data.
A possibildade de um asteróide é considerada improvável, porém não foi descartada. Para muitos cientistas as respostas podem estar nas árvores.
Acadêmicos do Departamento de Silvicultura da Universidade do Missouri (EUA), estudaram troncos de algumas árvores da Nova Inglaterra, em uma “região onde prevalecem os ventos vindos do oeste”, e acabaram encontrando “anéis com marcas de incêndio” que datavam daquele período.
William Blake, professor da Universidade de Plymouth (EUA), relata que houve também uma seca na região, em 1780, tornando possível um incêncio. Mas será que um “incêndio florestal” seria capaz de causar um escurecimento?
Blake, comenta que já presenciou incêndios na Austrália, e afirma: “quanto maior o incêndio, mais ele escurece o céu, pois a combinação de fuligem e neblina pode fazer cair uma escuridão”.
O relato de algumas testemunhas reforça esta hipótese, já que muitos afirmaram ter sentido um cherio estranho, como de uma “casa de malte ou um forno à carvão”. O mais estranho é que esta não foi a primeira vez que isso ocorreu, de acordo com William Corliss (físico e cronista de eventos inexplicáveis) entre 1091 e 1971 existiram cerca de 46 dias escuros.
Em 1950, causado por um incêncio em Alberta (EUA), houve um dia escuro que fez com que a população acreditasse em um “ataque nuclear ou um eclipse solar, pois a escuridão era tanta que parecia meia-noite para quem acordasse ao meio dia”.

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